Documentação Ambiental · CETESB

Projeto de Planta Baixa para Licenciamento Ambiental

Planta baixa cotada com identificação completa de áreas, equipamentos e rotas — peça técnica obrigatória para protocolo na CETESB e órgãos ambientais. Elaboração por engenheiros e arquitetos próprios, com ART/RRT, em conformidade com a NBR 6492.

O Que É a Planta Baixa para Licenciamento Ambiental

Representação gráfica em vista superior do empreendimento, em escala apropriada, com cotas, identificação de áreas, posicionamento de equipamentos e demarcação de rotas operacionais. Documento técnico exigido pela CETESB em todas as fases do licenciamento ambiental (LP, LI, LO, LAS) e por órgãos ambientais municipais e federais.

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Cotagem Completa

Cotas internas e externas, dimensões totais e parciais, áreas em m² por setor, pé-direito, espessuras de paredes e demais medidas relevantes ao licenciamento, conforme NBR 6492.

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Identificação de Áreas

Demarcação clara de áreas administrativa, produtiva, de estoque, de tancagem, geração e armazenamento de efluentes e resíduos, com legenda técnica padronizada.

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Posicionamento de Equipamentos

Locação de máquinas, tanques, ETE, caldeiras, compressores, baias de resíduos, chaminés e demais equipamentos com potencial de impacto ambiental.

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Rotas e Saídas

Demarcação de rotas operacionais, fluxo de matéria-prima, fluxo de produto acabado, rotas de fuga e saídas de emergência conforme NBR 9077.

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ART do Responsável Técnico

Anotação de Responsabilidade Técnica (CREA) ou Registro de Responsabilidade Técnica (CAU) emitida pelo profissional autor — exigência incontornável.

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Quadro de Áreas

Quadro técnico discriminando a área construída, área coberta, área permeável e áreas por uso, em conformidade com a Decisão de Diretoria CETESB.

Quem Precisa Apresentar Planta Baixa

Toda empresa em processo de licenciamento ambiental junto à CETESB ou órgãos congêneres deve protocolar planta baixa cotada e identificada como peça obrigatória da documentação técnica.

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Empresas em Processo de LP

Empreendimentos novos em fase de Licença Prévia, conforme art. 8º, I da Resolução CONAMA nº 237/1997 — análise de viabilidade locacional.

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Empreendimentos em LI

Solicitantes de Licença de Instalação que precisam comprovar a configuração física aprovada na fase prévia para autorizar a obra.

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Indústrias em LO

Estabelecimentos em busca de Licença de Operação ou renovação, com necessidade de demonstrar a configuração as built do parque produtivo.

Atividades em LAS

Empreendimentos enquadrados na Licença Ambiental Simplificada (Decisão de Diretoria CETESB) que substitui LP, LI e LO em uma fase única.

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Ampliações e Reformas

Empresas com licença vigente que ampliam capacidade produtiva, alteram processos ou modificam o layout — exige nova planta as built.

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Mudanças de Layout

Reorganização do parque industrial, realocação de equipamentos críticos, adequações em ETE — qualquer alteração que afete o fluxo licenciado.

Como Elaboramos a Planta Baixa

1

Levantamento Técnico in loco

Visita do engenheiro/arquiteto responsável para medições, registro fotográfico e mapeamento dos equipamentos, áreas e fluxos atuais. Conferência com plantas existentes (as built, projeto aprovado em Prefeitura).

2

Análise da Atividade Licenciada

Estudo do CNAE, da classificação CETESB (DD nº 153/2014 e atualizações) e das exigências específicas do tipo de licença. Definição de quais elementos devem constar com destaque (efluentes, resíduos, emissões).

3

Desenho em CAD

Elaboração da planta em software CAD com cotagem completa, hachuras de identificação por área, posicionamento de equipamentos com legenda numerada e quadro de áreas conforme NBR 6492 e NBR 8196.

4

Emissão de ART/RRT

Registro da Anotação de Responsabilidade Técnica no CREA ou Registro de Responsabilidade Técnica no CAU, com recolhimento da taxa e identificação do projeto e do empreendimento licenciado.

5

Entrega e Protocolo

Entrega das pranchas em PDF assinado digitalmente e arquivo nativo (DWG). Quando contratada a assessoria de licenciamento, fazemos o protocolo no SIGAM/CETESB junto com os demais estudos.

Documentação Necessária

Para iniciarmos a elaboração da planta baixa, solicitamos:

📋 Documentos para Início do Projeto

  • Contrato social e CNPJ atualizado da empresa
  • Endereço completo e matrícula atualizada do imóvel
  • Plantas existentes (as built, projeto aprovado em Prefeitura, alvará de construção) — quando disponíveis
  • Lista de equipamentos com potências, dimensões e modelo
  • Memorial descritivo do processo produtivo
  • Licença ambiental anterior (se renovação ou ampliação)
  • CCM, Inscrição Estadual e classificação CNAE/CETESB

⚠️ Planta sem ART não é aceita

A CETESB rejeita protocolos com plantas sem ART/RRT vinculada. Plantas elaboradas por escritórios não habilitados, sem registro no CREA/CAU, geram retrabalho e atrasos no processo. Toda planta baixa para fim de licenciamento ambiental deve ser assinada por profissional registrado e com ART recolhida.

Perguntas Frequentes sobre Planta Baixa Ambiental

Para que serve a planta baixa no licenciamento ambiental?+
Documenta graficamente a distribuição interna do empreendimento, com áreas administrativa, produtiva, de estoque, de efluentes e demais setores. Exigida pela CETESB nas fases LP, LI, LO e LAS.
Qual a base legal da exigência?+
Decisão de Diretoria CETESB nº 153/2014/I/C e atualizações, Resolução CONAMA nº 237/1997, Lei nº 9.509/1997 e Decreto nº 47.400/2002, com representação conforme NBR 6492 e NBR 8196.
O que a planta baixa deve conter?+
Cotas, identificação de cada ambiente, posicionamento de equipamentos, rotas, saídas de emergência, pontos de geração de efluentes e emissões, carimbo, ART e escala.
Quem assina a planta baixa?+
Engenheiro civil, engenheiro ambiental, arquiteto, com registro no CREA ou CAU e ART/RRT específica para o objeto licenciado.
Em qual escala deve ser entregue?+
1:50, 1:100 ou 1:200 conforme o porte, observando a NBR 8196. A escala deve permitir leitura clara de cotas e elementos.
Quanto tempo leva a elaboração?+
10 a 30 dias úteis após o levantamento técnico, conforme a complexidade do empreendimento e a disponibilidade de plantas existentes.

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